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LaBMax - Laboratório de Biologia Celular e Magnetotaxia

O Laboratório de Biologia Celular e Magnetotaxia - LaBMax atua nas áreas de Biotecnologia, Microbiologia Geral  e Ambiental, com ênfase em morfologia, ultraestrutura e evolução de organismos magnetotáticos. 

Apesar da aparente simplicidade, organismos procarióticos podem apresentar complexas estruturas  na sua parede celular, membrana citoplasmática, flagelar e até em seu citoplasma, como é o caso dos magnetossomos em bactérias magnetotáticas. Magnetossomos são compostos de um cristal magnético de magnetita (Fe3O4) ou greigita (Fe3S4), envolto por uma membrana fosfolipídica. Essas organelas são produzidas de forma biologicamente controlada, existindo um complexo sistema genético de controle da pureza, tamanho e formato dessas estruturas.

Uma vez formados, os magnetossomos ficam alinhados em uma ou múltiplas cadeias no interior do citoplasma, permitindo que esses organismos se alinhem as linhas do campo geomagnético e usem essa orientação para se deslocar de forma mais eficiente pelos gradientes físico-químicos presentes na coluna d'água de seus ambientes. Além dessa vantagem ecológica dada as bactérias magnetotáticas, os magnetossomos são nanopartículas de grande interesse biotecnológico devido ao seu tamanho, formato e composição bem controladas de forma espécie específica.

Nosso grupo desenvolve ferramentas capazes de caracterizar propriedades magnetotáticas de organismos encontrados em amostras ambientais através de técnicas avançadas de microscopia e visa o entendimento do processo de evolução da magnetotaxia utilizando técnicas de caracterização molecular e ultraestrutural independente de cultivo de ultima geração.

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